segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Abandono e poluição tomam conta do Mangue da Praia das Pedrinhas, em São Gonçalo



O Secretário de Mobilização do PV, Fábio Cabral visitou este mês o Mangue da Praia das Pedrinhas, em São Gonçalo e constatou que só a depredação prospera no local. O caminho construído de madeira dentro do mangue está quebrado em várias partes.

O biólogo da ONG Guardiões do Mar, Pedro Belga lembra que os manguezais são ecossistemas em transição e são conhecidos como verdadeiros berçários do mar. ‘’ Várias espécies terrestres e marinhas, precisam dele em alguma fase de sua vida. Além disso, são filtros naturais que com suas raízes, seguram boa parte dos sedimentos carreados pelas águas dos rios. Somado a essas características, não menos importante é de social”, conclui o biólogo.



as imagens do vídeos foram feitas pelo Secretário de Mobilização do PV, Fábio Cabral.





sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Mangaratiba promoveu interação entre secretarias

A Prefeitura de Mangaratiba promoveu na manhã desta sexta-feria (04.12) uma reunião de integração entre as Secretaria de Meio Ambiente e Secretaria de Educação.
O objetivo foi planejar a execução dos projetos que serão implementados no próximo ano letivo. São eles:  Horta nas Escolas, reflorestamento de áreas degradadas com participação dos alunos, captação de água de reuso nas escolar, implantação da coleta selective nas escolar e o calendário de palestras ambientais.


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Curso ajudará profissionais da Educação de SG a tratar da diversidade e gênero em sala de aula


A Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de São Gonçalo inicia na próxima segunda-feira (23/11) o curso Dinâmica cultural e valorização da diversidade: a importância de se falar em gênero, sexualidade e relações étnico-raciais na escola. Desenvolvida pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com o apoio da Fundação Verde Herbert Daniel, a formação tem como objetivo contribuir para a formação e sensibilização de professores e profissionais da educação pública no entendimento da diversidade e de uma cidadania plena a todos os estudantes, nas temáticas transversais de gênero, orientação sexual e raça/etnia. 

"Episódios de intolerância por orientação sexual e gênero e por cor/etnia -- ocorridos na forma da homofobia, do racismo e da violência contra a mulher tanto na sociedade como dentro das escolas -- chamam a atenção para o grau de desinformação da população brasileira em relação à diversidade cultural, étnica e sexual existente no Brasil em virtude do baixo investimento na educação e formação de alunos e de profissionais da Educação nas temáticas da sexualidade, do gênero e das relações étnico-raciais. Daí a relevância de realizar este curso de formação, porque, afinal, são questões que fazem parte da vida e estão presentes na escola", avalia o ativista e professor Well Castilhos, coordenador do projeto, presidente do Grupo Liberdade LGBT/Santa Diversidade e pesquisador da UERJ.

"As questões que estão no bojo da diversidade fazem parte da vida e são assuntos que atravessam o ambiente escolar. Incorporar o debate de Gênero e Diversidade na formação dos/as professores/as é o caminho mais eficiente e promissor para um mundo sem intolerância", ressaltou a secretária municipal de Educação de São Gonçalo, Vaneli Chaves. 

As aulas vão até março de 2016 e serão ministradas por diferentes professores especialistas nas temáticas citadas. As inscrições serão realizadas no dia da aula inaugural, que ocorrerá na segunda-feira (23/11), com inicio às 9h na UERJ campus São Gonçalo. O Curso terá carga horária total de 40 horas, divididas entre 8 encontros e estudos dirigidos. A UERJ concederá certificados a quem tiver frequência integral. 

Para a coordenadora de Educação Integral na SEMED, professora Shirlei Victorino, a escola é um microcosmo da sociedade. 

"A escola é um espaço de promoção e valorização das diversidades que enriquecem a sociedade brasileira. Dessa forma, trabalhar com essas questões, no âmbito de uma educação para os direitos humanos, é fundamental. O curso nos permitirá refletir sobre possibilidades de intervenção pedagógica quanto a questões que envolvem preconceito e discriminação no cotidiano escolar".

"Observa-se no país a persistência de situações de desigualdades salariais entre homens e mulheres, baixa representatividade feminina nas esferas do poder e na política, e altas taxas de assassinatos de homens jovens (especialmente os negros das periferias) e de violência e discriminação contra pessoas LGBT. E uma mudança nesse quadro só será possível através da Educação", conclui a supervisora do projeto Dora Cordeiro, Secretária Nacional da Diversidade e Direitos Humanos do Partido Verde (PV).

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

As mulheres do Partido Verde Promovem encontro internacional no Rio

As mulheres do Partido Verde do Brasil reunidas no Rio de Janeiro no I Encontro Internacional do PV Mulher elaboram a presente Moção de Repudio ao deputado federal Evandro Gussi do PVSP  pelos motivos que seguem:

O deputado votou favoravelmente ao parecer do relator do PL 6583/13, que dispõe sobre o Estatuto da Família, que só reconhece como família o núcleo formado a partir da união entre um homem e uma mulher.

O mesmo deputado apresentou relatório com substitutivo ao já péssimo PL 5069/13, de autoria do deputado Eduardo Cunha.

Nós, mulheres do Partido Verde reconhecemos como família qualquer núcleo que se forme a partir do amor.

Nós, mulheres do PV não aceitamos o retrocesso relativo às leis que nos protegem contra a violência.

Não aceitamos que nossa palavra não baste.

Não aceitamos ter que fazer exame de corpo de delito no IML, além de ocorrência policial, para confirmar nossa declaração de que fomos estupradas.

Não aceitamos que os profissionais de saúde que orientarem como proceder em caso de desejo de abortar após estupro possam ser penalizados.

Não aceitamos que partam do princípio que as mulheres sejam mentirosas, que inventem estupros para conseguir métodos anticoncepcionais e o próprio aborto.

Não aceitamos leis feitas por homens que legislam sem conhecimento de causa, sem respeito e com arrogância.

Nós, mulheres do Partido Verde não aceitamos que o deputado Evandro Gussi estupre nosso programa!

Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2015

Mulheres do Partido Verde do Brasil
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Pernambuco
Para
Paraiba
Paraná
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Roraima
Rondonia
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

terça-feira, 27 de outubro de 2015

PV defende rejeição ao texto que flexibiliza o Estatuto do Desmatamento

comissão especial que analisa mudanças no Estatuto do Desarmamento (PL 3722/12 e apensados) iniciou no ultimo dia 20 a discussão do substitutivo do relator. Durante o debate entre os parlamentares, o líder da bancada do PV, deputado Sarney Filho (MA), seguindo orientação do Partido, reafirmou a posição contra a flexibilização do estatuto e defendeu a rejeição do texto.
“Violência gera violência, isso é antigo. A arma é a expressão maior da violência e, ao ampliarmos a possibilidade de portadores de armas, estamos seguramente ampliando a violência. Não devemos aprovar esse relatório, pois tudo aquilo que vier para aumentar a possibilidade de violência em um mundo injusto, em um país desigual, é perigoso”, alertou Sarney Filho.
Na tentativa de sensibilizar seus colegas parlamentares para o risco da aprovação da proposta, o líder do PV relatou casos de mortes provocadas por armas de fogo e citou críticas do Papa Francisco aos fabricantes de armamentos. “Quero tirar um pouco o foco da matéria e passar para o espírito, e para isso me sirvo de algumas frases do Papa Francisco”, iniciou.
“Em Junho de 2014, o Jornal La República destaca, “Quem é servo do poder, quem fabrica armas, nunca será feliz no além. Poder e vaidade não nos levam a nada”. Na mesma reportagem, conclui: “Os corruptos, aqueles que fazem tráfico de escravos e os fabricantes de armas, que são mercadores da morte, deverão prestar contas a Deus.” Em junho desse ano, a Agência Reuters também citou críticas do Sumo Pontífice. “Pessoas que fabricam armas ou investem na indústria armamentícia estão sendo hipócritas se chamarem a si próprias de cristãs”, relatou.
O deputado destacou tragédias recentes como a ocorrida no dia 1º de outubro, na Universidade de Oregon nos Estados Unidos, onde um atirador matou 10 pessoas e feriu 20. “O Papa é um líder religioso importante e a igreja católica sabe historicamente da sua responsabilidade, portanto é uma palavra da igreja católica”, disse.
“Nós temos que ter a cultura da paz, e nosso partido prega e cultura a paz, a irmandade. Gostaria que as palavras do Papa, e esses relatos sobre tragédias em função do uso de armas fossem levadas em conta. Que a gente pudesse rever e rejeitar esse relatório para dar um fim e um basta a essa questão”, pediu o líder do PV.
Fonte: Bancada do PV na Câmara dos Deputados
Secretaria Estadual de Comunicação
Partido Verde – São Paulo
- See more at: http://pv.org.br/2015/10/26/pv-defende-rejeicao-ao-texto-que-flexibiliza-estatuto-do-desarmamento/#sthash.Uj0UaHWa.dpuf

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Antártida: preocupação



O aumento da temperatura global entre 1,5 e 2 graus centígrados provocaria a perda de até 85% da calota de gelo na Antártida e um dramático aumento do nível do mar, segundo um estudo realizado por cientistas australianos e neozelandeses.

O derretimento das camadas de gelo na Antártida poderia contribuir para a elevação do nível do mar em 40 centímetros em 2100, o que se aceleraria até 2300, quando chegaria a cerca de três metros, e continuaria este aumento por milhares de anos mais, de acordo com o estudo, que foi publicado na quarta-feira (14) pela revista científica “Nature”.

O líder da pesquisa, Nicholas Golledge, da Universidade de Victoria, na Nova Zelândia, ressaltou que o aquecimento da atmosfera deverá se manter abaixo dos 2 graus para evitar a perda das camadas de gelo.

“Se não se alcançar a meta de 2 graus Celcius, a contribuição da Antártida para o aumento do nível dos mares pode chegar a até dez metros mais que na atualidade”, disse Golledge em comunicado emitido nesta quinta (15) pela Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, que também participou da pesquisa.

As mudanças climáticas são uma enorme ameaça para cerca de 10% da população mundial que vive em uma faixa costeira de dez metros sobre o nível do mar, o que inclui muitos Estados insulares do Pacífico.

O estudo analisou com simulações de computador vários modelos de resposta das camadas de gelo da Antártida a diferentes cenários contemplados pelo Painel da ONU frente às emissões de gases do efeito estufa.

A pesquisa determinou que todos os cenários possíveis, exceto o que contempla a redução significativa da emissão de gases poluentes após 2020, provocam um aumento importante no nível dos mares.

Em 2013, um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU previu que, no pior dos cenários, o derretimento das calotas de gelo na Antártida contribuiria para um aumento de cinco centímetros do nível do mar no final deste século, frente aos 40 previstos pelo novo estudo.

“O mais chocante desta descoberta é que fizemos os cálculos mais conservadores possíveis”, comentou no comunicado o coautor da pesquisa, Chris Fogwill, da Universidade de Nova Gales do Sul.

O estudo foi publicado a dois meses da Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas em Paris, onde os países tentarão chegar a um acordo global para reduzir a emissão de gases do efeito estufa.

http://bancadaverde.org.br/noticias/clima-pode-levar-antartida-a-perder-85-de-sua-calota-de-gelo/

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Brasil se prepara para um verão de extremos



O aquecimento global e um fenômeno El Niño dos mais poderosos se juntam para criar uma estação com temperaturas infernais.

O próximo verão promete ser um dos mais insuportáveis de todos os tempos no Brasil, com as temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos nos locais tradicionalmente mais quentes, como Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins. Segundo meteorologistas, os termômetros podem registrar calor até 4ºC acima da média.
E, diante de uma primavera que já teve dias de calor intenso em algumas regiões, muita gente já se prepara para o pior.

É que, pela primeira vez, se registra uma combinação inédita: a elevação da temperatura média do planeta por conta do aquecimento global e um fenômeno El Niño muito intenso.
De acordo com especialistas, o mundo já está 0,8ºC mais quente por conta do aquecimento global provocado pela ação humana. E tudo indica que 2015 deverá ser o ano mais quente já registrado.
Para piorar, a previsão para este ano é de que tenhamos um super El Niño, ou mesmo um El Niño monstro, como já vem sendo chamado; dos mais intensos já registrados.
O fenômeno está relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul e, em geral, à elevação das temperaturas globais. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o EL Niño deste ano pode ser tornar um dos quatro mais quentes dos últimos 65 anos.
"Podemos esperar um verão mais quente, com temperaturas até quatro graus Celsius acima da média", diz o meteorologista José Antonio Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
"Isso ocorre por uma combinação de fatores: o aumento da temperatura por conta do aquecimento, as ilhas de calor das cidades e um El Niño intenso que estará em sua atividade máxima justamente em novembro, dezembro e janeiro."

O climatologista Carlos Nobre, atualmente na presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), diz que já é possível saber que o próximo verão será seco em várias partes da Amazônia e também registrará menos chuvas do que a média no Nordeste. O Sul do país, por sua vez, será castigado por chuvas mais intensas. A grande incógnita para os especialistas é o que acontecerá no Sudeste.
"O verão terá temperaturas mais altas no Sudeste, isso podemos dizer, por conta da influência do El Niño. Mas não dá para saber ainda como será o regime de chuvas", diz Nobre.
A estiagem registrada nos últimos dois anos - com graves consequências para os níveis dos reservatórios de água - pode agravar ainda mais o problema, se voltar a se repetir. Setembro foi de chuvas na região, mas, novamente, não há ainda como prever como será o próximo mês.
O Rio de Janeiro está entre as cidades com o verão mais quente do país, ao lado de Teresina, no Piauí, e Palmas, no Tocantins. E mesmo São Paulo, tradicionalmente mais frio, terá temperaturas mais altas.
"Na Europa, na onda de calor de 2003, mais de 30 mil mortes foram atribuídas ao calor", lembra Nobre. "E as temperaturas foram de três graus acima da média. Claro, eles lá não tinham muitos locais com ar-condicionado, nem estão adaptados ao calor, mas, ainda assim."
No Sul e no Sudeste, as cidades têm planos apenas para enchentes. No Nordeste, para a seca.
Mas, até agora, por incrível que pareça, nenhuma cidade brasileira tinha um plano emergencial para lidar com o calor. Pela primeira vez, o Centro de Operações da Prefeitura do Rio - que reúne diferentes secretarias e órgãos municipais com o objetivo de responder à emergências de forma integrada – elabora um plano para ondas de calor intenso, como as que atingiram recentemente a Índia e o Paquistão, deixando milhares de mortos.
"A falta de previsão é motivo para estarmos ainda mais preparados. Não podemos correr riscos, não podemos esperar duzentas pessoas morrerem para começarmos a agir", afirma o diretor do Instituto Pereira Passos, Sérgio Besserman, que integra a força-tarefa da Prefeitura.

Leitos extras em hospitais, atendimento de emergência e campanhas públicas educativas incentivando a hidratação são algumas das medidas que fazem parte do plano de ação. As pessoas mais vulneráveis ao calor são os idosos e os bebês, cujos organismos têm menos capacidade de adaptação e defesa.
Segundo os especialistas, o maior problema do calor para a saúde não é o pico de temperatura mais elevada, mesmo que acima dos 40ºC. O grande risco é quando, ao longo de pelo menos três dias consecutivos, a temperatura máxima passa dos 36ºC e a mínima não cai abaixo dos 21ºC. Quando isso ocorre, o corpo não consegue se resfriar e tende ao superaquecimento, o que pode levar a paradas cardíacas e derrames.

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/10/brasil-se-prepara-para-um-verao-de-extremos.html

Em defesa do clima

https://www.youtube.com/watch?v=QKnBGpo2MAE