Artistas, produtores e empreendedores culturais, a presidente do PV Dora Cordeiro, candidatos se reúnem com a candidata à Prefeita Graça Mattos. Pauta: Programa de cultura para São Gonçalo
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Cultura Já.
Artistas, produtores e empreendedores culturais, a presidente do PV Dora Cordeiro, candidatos se reúnem com a candidata à Prefeita Graça Mattos. Pauta: Programa de cultura para São Gonçalo
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Aspasia Camargo assina documento sobre agenda socioambiental
A candidata à Prefeitura do Rio, Aspásia Camargo, assinou nesta segunda, dia 20 de agosto, um documento comprometendo-se, caso eleita, a discutir e solucionar os principais pontos da agenda socioambiental. O compromisso foi firmado durante o lançamento da Plataforma Ambiental aos Municípios 2012, na Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (Elerj). Além da única representante entre os candidatos a prefeito da cidade, o evento reuniu o candidato à vice pelo PSDB, Geraldo Nogueira, e inúmeros aspirantes a vereador - grande parte do Partido Verde.
Na ocasião, a candidata, que tem a sustentabilidade como base de seu programa de governo, defendeu a infraestrutura verde e prioridade para o saneamento ambiental no Rio. “Nossas belezas naturais estão chafurdando no esgoto e nas águas poluídas. Rios, baías e lagoas transformaram-se em valões imundos. Vamos municipalizar o saneamento e cumprir a Lei que criei como vereadora, que garante o Lixo Zero no município, com coleta seletiva e reciclagem”, prometeu. A candidata lembrou que o Partido Verde é o pioneiro na militância ambiental no Brasil e propõe uma nova forma de governar. “Daremos ênfase na nova economia como fator decisivo para o desenvolvimento sustentável”, afirmou.
Na ocasião, a candidata, que tem a sustentabilidade como base de seu programa de governo, defendeu a infraestrutura verde e prioridade para o saneamento ambiental no Rio. “Nossas belezas naturais estão chafurdando no esgoto e nas águas poluídas. Rios, baías e lagoas transformaram-se em valões imundos. Vamos municipalizar o saneamento e cumprir a Lei que criei como vereadora, que garante o Lixo Zero no município, com coleta seletiva e reciclagem”, prometeu. A candidata lembrou que o Partido Verde é o pioneiro na militância ambiental no Brasil e propõe uma nova forma de governar. “Daremos ênfase na nova economia como fator decisivo para o desenvolvimento sustentável”, afirmou.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Secretaria de Diversidade do PV vai participar da 9ª Parada da Liberdade LGBT de São Gonçalo
LAICIDADE! LIBERDADE! IGUALDADE! será slogan do movimento
Tendo o fortalecimento da laicidade do Estado brasileiro como bandeira, a 9ª Parada da Liberdade LGBT de São Gonçalo, organizada pelo Grupo Liberdade LGBT de SG/Santa Diversidade (http://www.santadiversidade.blogspot.com), acontecerá no dia 16 de setembro dentro das comemorações pelos 122 anos do município. Com concentração a partir das 15h na Praça do Zé Garoto, no Centro da cidade, o evento terá a participação da cantora e fenômeno do funk Valesca Popozuda, que por estar cada vez mais engajada na luta contra o preconceito e a discriminação a pessoas LGBT (gays, lésbicas, travestis e transexuais) foi eleita pela comunidade gay gonçalense como madrinha da Parada e celebridade que melhor representa a causa atualmente.
A passeata – que este ano protesta contra a crescente onda de violência contra pessoas LGBT devido à recusa dos parlamentares religiosos em discutir o projeto de lei de criminalização da homofobia, desrespeitando a laicidade do Estado – percorrerá as principais avenidas do Centro da cidade e terminará às 21h em frente ao Clube Mauá.
Espera-se um público superior a 60 mil pessoas, marca registrada nas últimas edições, que contaram com a presença e o apoio de artistas – como Ângela Bismarchi, David Brazil e a ex-BBB Priscila Pires e de políticos. Na edição deste ano, está confirmada a presença da secretária estadual da Diversidade do Partido Verde (PV), Dora Cordeiro, além do secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Minc.
As paradas são um instrumento político extremamente eficaz, uma vez que operam uma reordenação dos aspectos simbólicos e dos valores da nossa sociedade. Nas paradas, a palavra chave é VISIBILIDADE em massa, que se reverte em favor da luta pelos direitos sexuais de gays, lésbicas, travestis e transexuais. O crescimento no número de participantes a cada ano reflete a expansão e o fortalecimento de um campo social que respeita a diversidade sexual, reconhece as demandas do movimento LGBT como legítimas e sabe que já é hora de o país aprovar, a exemplo do racismo, a lei de CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA, fenômeno que todos os anos, devido à sensação de IMPUNIDADE, mata milhares de pessoas – só em 2012, segundo levantamento do Grupo gay da Bahia (GGB), até junho foram assassinadas 165 pessoas LGBT. Em São Gonçalo mesmo acompanhamos o recente caso do brutal assassinato do adolescente Alexandre Ivo, de 14 anos, morto em função de sua orientação sexual.
O evento terá ainda shows com as cantoras Simone Santó e Nana Terra (Banda Sakulejo) e muita música eletrônica com os djs Rodrigo Lima, Fabrício Guerra e Guilherme Summers. Reivindicar com música foi a forma adotada por gays de todo o mundo para atrair a visibilidade para a luta por direitos iguais e contra o preconceito, a discriminação e a violência. Afinal, como dizia a anarquista Emma Goldman, “De que me vale a revolução, se eu não puder dançar?”.
Fonte: http://www.santadiversidade.blogspot.com
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Ocupação sustentável no Guarujá
foto internet
A cidade de Guarujá, no litoral paulista, desenvolveu um modelo de ocupação sustentável em algumas de suas praias que tem preservado o bioma local e as diversidades nativas da Mata Atlântica.O modelo de ocupação no Guarujá começou em 1997, quando a Câmara Municipal aprovou a Lei (2.567/97) que incentivou alguns loteamentos a se transformarem em referência de ocupação inteligente.
O fato é que enquanto os municípios circunvizinhos lutam contra ocupações desordenadas, impactos ambientais, falta de tratamento de esgoto e poluição de suas praias, o Guarujá colocou em prática uma legislação de controle urbanístico que tem chamado a atenção pelo modelo de gestão e resultados sustentáveis alcançados nos últimos anos, especialmente na Serra do Guararu, no extremo Norte do município.
O local é importante para a região, pois representa uma das últimas porções de dimensões significativas de Mata Atlântica em bom estado de conservação na planície costeira da Baixada Santista, além de guardar tesouros arqueológicos. Fato que levou a serra a ser tombada pelo Condephaat e, agora em 2012, a prefeitura criou para o local a Área de Proteção Ambiental (APA).
A ideia de ocupação sustentável não é novidade no Brasil. Em Fernando de Noronha, por exemplo, para controlar o fluxo de turistas e viver de forma sustentável, o município estipulou um limite diário de desembarques e criou uma taxa de permanência na ilha.
Já nos moldes implantados pelo poder público do Guarujá, a Lei limita o acesso de veículos na Serra do Guararu a um número suportável, sem pagamento de nenhuma taxa para aqueles que adentram o local – o acesso a pé não tem limitação. A Lei também incentiva os moradores do local a tomarem uma série de medidas que visam preservar as belezas nativas da serra.
Os resultados foram alcançados, enquanto em Ilhabela, apenas 35% da cidade é atendida por rede coletora e tratamento de esgoto, na Praia do Iporanga, no Guarujá, onde há um loteamento com cerca de 500 moradias que seguem o modelo sustentável, todas as casas estão ligadas à rede coletora e tem o tratamento de esgoto fornecido pela própria Associação dos Proprietários do Iporanga (SASIP).
Fotos antigas da praia do Iporanga mostram que antes do modelo sustentável, a região sofria com a degradação. Os palmitos juçara, abundantes no local, quase foram totalmente devastados. Hoje, o local é procurado por turistas por preservar uma das mais belas praias do litoral paulista, aberta a todos e elogiada por quem a conhece. Os animais silvestres voltaram e os moradores conseguiram recuperar a mata nativa da área.Outro dado que demonstra o sucesso alcançado é o controle do desmatamento. Enquanto no Litoral Norte, desde o ano 2000, desapareceram mais de 750 hectares de floresta nativa, decorrente de ocupações irregulares, na Praia do Iporanga, no mesmo período, foram replantadas mais de 64 mil árvores nativas, fora o replantio do Palmito Juçara, que era devastado junto com o mangue.
Engana-se quem pensa que os moradores ao entorno do loteamento foram prejudicados depois da criação da Lei. Aqueles que antes trabalhavam de ambulantes na praia e dependiam da alta temporada, viraram funcionários da Associação dos proprietários do Iporanga, que emprega mais de 1500 pessoas da região e cria cerca de 3000 empregos indiretos. A renda da população aumentou e agora não dependem apenas de temporada para levantar recursos financeiros.
Além disso, a associação promove cursos profissionais, visitas monitoras de crianças para educação ambiental, plantio de árvores em áreas degradadas fora do loteamento, mutirão de coleta de resíduos ao longo da estrada entre Guarujá e Bertioga e campanha de recolhimento de agasalhos ou alimentos para doação a entidades carentes do Guarujá.
Para as receitas públicas da cidade, o modelo de ocupação também deu muito certo. Só na praia do Iporanga, os moradores recolhem cerca de R$ 8 milhões ao ano para a prefeitura através do pagamento de IPTU. Além disso, dentro do empreendimento há uma série de serviços por responsabilidade dos moradores, formando uma verdadeira administração local, com rede de tratamento de esgoto, recapeamento das ruas locais, coleta de lixo e primeiros atendimentos médicos, entre outros serviços fornecidos pela Associação, feitos com mão de obra local. Mais de mil famílias do Guarujá são beneficiadas pela criação de receitas advindas desses serviços.
Boa parte das iniciativas implementadas na serra do Guararu fazem parte de uma parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, uma das principais entidades nacionais defensoras de medidas de sustentabilidade.
Esse modelo implantado pelo Guarujá pode ser novidade no litoral de São Paulo, mas segue exemplos de sucesso também em outros países, como por exemplo, nos Estados Unidos, onde várias praias no Sul da Califórnia apresentam ocupação urbana planejada, fruto de incentivo ao turismo consciente, através da limitação de visitantes em determinados horários, veículos e medidas de sustentabilidade.
* Evandro Ribeiro é jornalista
sábado, 4 de agosto de 2012
Pescadores do Rio de Janeiro a caminho da extinção
Inter Press Service - Reportagens
31/7/2012 - 09h39
31/7/2012 - 09h39
Rio de Janeiro, Brasil, 31/7/2012 – “Meus filhos serão qualquer coisa, mas jamais pescadores”, afirmou o mais jovem dos dirigentes da Associação de Homens e Mulheres do Mar (Ahomar), o brasileiro Maicon Alexandre, de 32 anos, destacando a opinião compartilhada por seus companheiros. Um dos que coincidem com ele é Alexandre Anderson de Souza, que vive mais intensamente o drama. É que, além de ter maior responsabilidade pelo destino de seu povo pescador, sua vida pende por um fio bastante frágil.
Anderson, de 41 anos e líder do que pode ser a última geração de pescadores artesanais da Baía de Guanabara, foi alvo de vários atentados e ameaças de morte, e agora vive com escolta permanente de dois policiais militares, mobilizados por um serviço oficial de proteção impactado pela quantidade de conflitos que se tenta resolver a tiros por todo o Brasil. Esse risco nada tem de abstrato. Desde 2009, foram assassinados quatro membros da Ahomar próximos a Anderson.
Os dois últimos morreram afogados em junho, depois de serem jogados nas águas onde pescavam com mãos e pés atados, um deles com seu barco furado por tiros. A polícia ainda não esclareceu nenhum caso. “Foi uma tortura, os fizeram morrer aos poucos” no mesmo lugar de trabalho, como um aviso aos seus colegas, denunciou Anderson, uma das 30 pessoas mais ameaçadas na lista da Comissão Pastoral da Terra, órgão da Igreja Católica que anualmente divulga um informe sobre conflitos no campo brasileiro.
No ano passado, havia quase 350 dirigentes sociais em risco de vida, segundo o último informe da Pastoral divulgado em maio. Desafiar a morte somou-se à missão que a direção da Associação começa a admitir como quase impossível: preservar na Baía de Guanabara as condições ambientais para continuar com a pesca artesanal. Esta baía, em cuja costa sudoeste foi fundada a cidade do Rio de Janeiro, tem cerca de 22 mil pescadores registrados. “Mas hoje apenas seis mil famílias vivem dessa atividade”, distribuídas em cinco “colônias”, estimou Anderson.
A pesca esteve normal até 2000. “Não permitia uma vida maravilhosa, mas digna”, conseguia-se pescar até cem quilos em um dia bom, mas “hoje não se chega a dez quilos”, afirmou Paulo César, de 56 anos e na atividade desde os 11, na qual ingressou pelas mãos de seu pai e de seu avô em Magé, município ao norte da baía. Em janeiro de 2000, de um oleoduto construído entre uma refinaria e um porto da região vazaram 1,3 milhão de litros de petróleo, contaminando cerca de 50 quilômetros quadrados, equivalentes a 12% da superfície da baía, incluindo mangues, ilhas e praias.
A vida aquática não se recuperou desse golpe, segundo os pescadores, embora a Petrobras, responsável pelo acidente, alegue ter realizado estudos que comprovam o êxito do rápido esforço de descontaminação, e que em 2011 já estava recuperado o volume anterior de pescado. Contudo, a pesca na baía, rodeada pela região metropolitana do Rio de Janeiro, com 12 milhões de habitantes, está condenada também pela própria operação normal da economia petroleira que vive forte expansão nas proximidades desta cidade, segundo Anderson.
Há 16 oleodutos que cruzam a Baía de Guanabara, por onde passam petróleo, derivados e gás, entre a refinaria Duque de Caxias e armazéns e unidades processadoras instaladas em duas ilhas no centro da baía e em portos próximos. A isso somam-se embarcadouros e navios em quantidade crescente que, como as tubulações, geram “zonas de exclusão” de centenas de metros onde é proibido pescar, vigiadas por seguranças particulares que “disparam contra os barcos pesqueiros que se aproximam”, acusou Paulo César, mostrando fotos de embarcações perfuradas por disparos.
Os oleodutos, com petróleo quente para garantir sua fluidez ou muito frio para transportar gases, fazem variar muito a temperatura da água, afugentando os peixes. O mesmo efeito produz o barulho e a trepidação desses equipamentos, pelos quais se bombeia o petróleo a alta pressão, explicou Anderson. O Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro, cuja inauguração está prevista para 2015, ampliará essa infraestrutura e a atividade petroleira na Baía de Guanabara.
Sua localização no município de Itaboraí, nordeste da região metropolitana, se justifica pela infraestrutura logística local e pela “sinergia” com unidades da empresa já existentes do outro lado da baía, segundo dirigentes da Petrobras, também dona do projeto, que compreende uma refinaria para 165 mil barris diários de petróleo e sete unidades petroquímicas.
A essa contaminação acrescenta-se a produzida pelo esgoto urbano e de numerosas indústrias menores vizinhas, que vem se acumulando e crescendo junto com a quantidade de habitantes da região. Um programa de descontaminação da baía custou muitíssimo dinheiro sem que se obtivessem bons resultados. A Ahomar, com seus 1.873 sócios e sua pobre sede na praia Mauá do município de Magé, enfrenta poderes “muito desproporcionais” para suas forças, afirmou Anderson, referindo-se à Petrobras – que em 2011 ficou em 23º entre as maiores empresas do mundo, segundo a revista norte-americana Fortune – e a outros interesses petroleiros.
Sua mobilização, porém, mostrou força em abril de 2009, quando os pescadores bloquearam, com seus pequenos e numerosos barcos, a instalação de um novo oleoduto. Durante a manifestação, Anderson sofreu um atentado a tiros e, três semanas depois, o tesoureiro da Ahomar, Paulo Santos, foi torturado e executado diante de sua família. “Somos uma espécie em extinção”, resumiu. Ele, como seus companheiros, descende de uma família de pescadores de vários séculos. “Os camarões saltavam na praia”, recorda Ezelina Moren, lamentando o desaparecimento dos crustáceos que capturava desde criança. Aos 58 anos, tem seis filhos, três deles pescadores. “Mas meus netos não o serão”, afirmou.
Anderson de Souza se converteu em uma referência internacional entre afetados por projetos de hidrocarbonos. Convidado a visitar locais de conflito, esteve na Argentina, Colômbia e no Equador, onde a Petrobras desistiu de explorar jazidas no Parque Nacional Yasuní, diante da oposição indígena. Além disso, participou de uma sessão da Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, e levou sua experiência a colegas pescadores de vários Estados brasileiros que enfrentam pressões semelhantes.
Ao redor do Rio de Janeiro, a tradição pesqueira de séculos também parece chegar ao fim. Na Baía de Sepetiba, extremo oeste da cidade, a pesca profissional “não vai durar mais que cinco anos”, disse Isac de Oliveira, presidente da Associação de Pescadores de Pedra de Guaratiba, um bairro local. Esta antiga praia, “onde jogávamos futebol”, foi coberta por 1,5 metro de lama, contou à IPS, enquanto mostrava na enseada todo um sintoma da deterioração ambiental. Um porto de exportação de minérios e produtos siderúrgicos mais um polo industrial próximo provocaram essa sedimentação e o desequilíbrio ecológico, afirmou.
Isac, porém, formou um discípulo de 17 anos. “Trabalha comigo desde que tinha oito” e tem a vocação típica dos pescadores, observou. Ao completar 18 anos, terá o registro profissional para que no futuro “possa dizer que foi pescador, preservando a memória” de uma tradição da Baía de Sepetiba, ressaltou. Envolverde/IPS
fonte: http://envolverde.com.br/ips/inter-press-service-reportagens/pescadores-do-rio-de-janeiro-a-caminho-da-extincao/?utm_source=CRM&utm_medium=cpc&utm_campaign=31quinta-feira, 19 de julho de 2012
Verdes apontam a poluição do rio Imboaçu
Verdes de São Gonçalo fizeram, hoje à tarde, uma caminhada pelo bairro Boavista e constataram a poluição do rio Imboaçu. O rio está completamente tomado por garrafas PET. Para piorar a situação foi levantado um muro a menos de quinze metro das margens do rio. Vale lembrar que ao longo dos rios ou qualquer curso de água, em faixa marginal, a largura mínima será de 30 metros.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Instruções para a obtenção dos recibos eleitorais para as Eleições 2012
As regras relativas à emissão dos recibos eleitorais
mudaram. Agora é muito mais simples.
Os candidatos emitirão seus recibos diretamente a
partir de um sistema similar ao SPCE que a justiça eleitoral disponibilizará no
site na próxima semana, após o registro das candidaturas.
Todos os candidatos deverão baixar esse sistema, inserir
seus dados, emitir e imprimir diretamente seus recibos eleitorais.
Saudações Verdes!
Assinar:
Postagens (Atom)
Em defesa do clima
https://www.youtube.com/watch?v=QKnBGpo2MAE
-
https://www.youtube.com/watch?v=QKnBGpo2MAE
-
Linda e emocionante música com letra de Nando Reis e Carlos Rennó. Cantada por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Gal Costa, ...
